Diretrizes do Artigo 50 do AI Act: como criar uma trilha de evidências para a transparência de IA

A Comissão Europeia publicou as diretrizes finais sobre transparência em IA em 20 de julho de 2026. Para o jurídico, o próximo passo é transformar escopo, revisão e divulgação em um fluxo comprovável.

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Deepfakes e prova digital: o que o jurídico deve fazer nos primeiros 30 minutos

Vídeos, vozes e imagens sintéticas mudam a rotina de contencioso, reputação, contratos e proteção de dados. A resposta madura começa antes da ação judicial: começa no protocolo.

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Auditoria da IA jurídica: como transformar respostas em evidências verificáveis

A próxima etapa da IA no Direito não é apenas responder melhor. É permitir que advogados saibam o que foi gerado, de onde veio, quem revisou e por que foi aceito.

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ROI da IA jurídica: por que medir só tempo economizado não basta

A explosão de uso de tokens em plataformas jurídicas mostra uma mudança importante: a pergunta madura não é se a equipe usa IA, mas se o uso melhora entrega, controle e qualidade.

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Treinamento em IA para advogados: a nova competência não é pedir melhor, é revisar melhor

A adoção de IA na advocacia só gera produtividade real quando a equipe aprende a formular problemas, validar respostas e preservar julgamento profissional.

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IA no jurídico corporativo: quando o trabalho volta para dentro, o controle precisa voltar também

A nova onda de legaltechs para departamentos jurídicos mostra que a pergunta não é se escritórios serão substituídos, mas como cliente e banca vão dividir trabalho com mais método.

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Comprar ou construir IA jurídica? A pergunta certa é como governar o fluxo

A expansão de fornecedores de IA jurídica mostra que a adoção deixou de ser experimento. O desafio agora é escolher arquitetura, não apenas ferramenta.

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Regulação de IA em mosaico: como o jurídico deve organizar obrigações sem travar a adoção

A disputa nos EUA sobre uma lei federal de IA e a preempção de normas estaduais mostra uma lição prática para escritórios: governança de IA precisa virar matriz rastreável, não coleção de alertas soltos.

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Agentes de IA e responsabilidade: o problema jurídico não é chamar a máquina de pessoa, é saber quem responde pelos atos dela

O debate internacional sobre "empresas algorítmicas" mostra uma pergunta urgente para advogados: quando a IA age, contrata ou movimenta recursos, como provar quem autorizou, o que foi feito e quem responde?

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Benchmark de IA jurídica: por que escritórios precisam testar modelos antes de confiar neles

O LegalBench-BR reacende uma discussão prática para o mercado jurídico brasileiro: a pergunta não é se a IA parece inteligente, mas se ela funciona no seu tipo de documento, no seu fluxo e sob revisão profissional.

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